Conhecendo a equipe: Vinícius
This post is written in Portuguese, the project’s working language.
- batata frita
- música eletrônica
- filosofia
- psicologia
- mente humana
- Cyberpunk 2077
- números

- jogos
- cognição
- algoritmos
- AI welfare
- consciência de máquina
- Hummand
- desconectar
Oi, eu sou o Vinícius. Pra quem só me conhece do corredor da ECIT, sou o professor e coordenador de TI.
Quando propus abrir a seção do blog com um “conheça a equipe”, não imaginei que seria tão difícil assim. Não sou muito de falar sobre mim mesmo, o que parece meio irônico pra alguém que já foi chamado de “narcisista” e, ironicamente, também de “frio”, mesmo tentando ser o mais carismático possível com todo mundo. Complicado esse negócio de ser humano, né?
Mas, antes de qualquer coisa técnica, aqui está uma pessoa normal: gosto de batata frita, música eletrônica e de ler sobre psicologia e filosofia, principalmente tudo que toca na mente humana.
Nas horas vagas, perco um bom tempo lendo sobre os assuntos mais variados e jogando, offline ou online (atualmente é Cyberpunk 2077, não me julguem). A exceção é resolver questões de algoritmos: essa é a única parte “tecnológica” que eu me permito nas horas vagas, já que o resto do dia já é dedicado a tecnologia. Tentar desconectar é meio proposital, não é fácil, mas a tentativa vale. No fim do dia, ter um espaço de paz é essencial.
Entrei no mundo da tecnologia porque, desde cedo, foi uma das minhas maiores facilidades e paixões. Sempre gostei muito de números, mesmo sem querer seguir direto pra matemática ou engenharia, e sempre fui fascinado por como funciona o motor lógico por trás das coisas. Com o tempo, fui unindo isso ao meu gosto por psicologia e filosofia, e foi aí que comecei a ler e a entender mais sobre cognição, e quis estudar isso a fundo.
Isso me levou a investigar consciência de máquina, cognição e AI welfare. O lado filosófico da pergunta (“o que é consciência, e as máquinas conseguem, de fato, pensar?”) foi o que me levou a criar minha startup, a Hummand, onde construo infraestrutura para verificar humanidade: prova de vida diante de deepfakes, proof of personhood, identidade e delegação verificável para agentes de IA. É o lado técnico da mesma pergunta: provar que existe uma pessoa real do outro lado da tela, e não uma máquina “consciente” (brincadeira, ainda não estamos nesse nível).
Saindo um pouco do pessoal e indo para o Nameplate: ele nasceu de uma conversa com os estudantes fundadores do projeto, algo como “o que a gente consegue construir que seja diferente, e que ainda não exista hoje?”. Uma pergunta ambiciosa e desafiadora, ainda mais pensando no mundo de hoje. Foi buscando responder isso, passando por vários temas possíveis, que fomos afunilando até chegar onde estamos.
Topei montar isso com estudantes porque acho que a melhor forma de aprender é fazendo de verdade, com dado real e problema real, não simulado. E também para mostrar que, numa escola de cidade pequena, também dá pra construir algo relevante e que faça diferença: não ficamos atrás de nenhuma capital ou cidade grande.
O que eu mais quero tirar disso, além do projeto em si, é ver essa equipe crescer e aprender coisas que uma sala de aula sozinha não ensina: como errar, como decidir, como construir algo do zero. E de quebra, aprender um pouco eu mesmo: coordenar um projeto assim também é um aprendizado pra mim.
Esse é o primeiro post de uma série: nas próximas semanas é a vez da Bruna, da Julia, do Vitor, e de quem mais entrar pela sondagem que segue aberta até 5 de setembro.