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Conhecendo a equipe: Julia

Julia Lima

This post is written in Portuguese, the project’s working language.

  • cavalos
  • animais
  • veterinária
  • matemática
  • família
  • música
  • BK
Retrato octogonal com filete amarelo sobre papel pontilhado, cercado por uma nuvem de palavras do texto (cavalos, veterinária, matemática, coragem): Julia em primeiro plano, de gola alta preta, com os cabelos cacheados soltos.
  • Coca-Cola
  • preto
  • acessórios
  • liberdade
  • coragem
  • curiosidade
  • detalhes
The words around the portrait come from the text itself.

Eu acho meio difícil falar sobre mim sem parecer que estou fazendo uma apresentação de escola, então vou tentar fazer diferente. Sou aluna da ECIT Henrique Fernandes de Farias, se alguém me perguntasse quem eu sou, provavelmente eu diria que sou uma menina que gosta de viver as coisas de verdade, que se apega aos pequenos detalhes e que está sempre tentando entender um pouco mais sobre si mesma. Tenho meus momentos de certeza, mas também tenho aqueles de “meu Deus, será que eu consigo?”. E, sinceramente, acho que os dois fazem parte de mim.

Quem me conhece da escola talvez conheça só uma versão minha. Fora dela, existe uma Julia que gosta de estar perto da família, dormir, ouvir música, conhecer lugares novos e simplesmente aproveitar o momento. Também tenho minhas pequenas paixões: matemática, roupas e acessórios, Coca-Cola, a cor preta e, claro, BK tocando em algum momento. São coisas simples, mas que acabam contando um pouco da minha história.

E se tem uma coisa que definitivamente não poderia faltar quando falam de mim, são os animais. Eu gosto muito deles, mas os cavalos ocupam um lugar completamente diferente no meu coração. Eles são uma das minhas principais paixões. Existe algo neles que me encanta de um jeito difícil de explicar: a força, a liberdade, a beleza e aquela sensação de paz que aparece quando estou perto. É um amor que faz parte de mim e que, inclusive, acaba aparecendo quando penso no futuro. Uma das profissões que imagino para a minha vida é a Medicina Veterinária, justamente pela possibilidade de transformar esse carinho pelos animais em algo que também faça parte da minha profissão.

Minha família também é uma parte enorme de quem eu sou. É minha base, meu porto seguro e aquele lugar para onde eu sempre posso voltar. São eles que me aconselham, apoiam minhas decisões e me dão coragem quando eu mesma fico insegura. Saber que tenho pessoas ao meu lado faz com que eu olhe para o futuro com mais confiança, mesmo quando ainda não sei exatamente qual caminho quero seguir.

E, no meio de tudo isso, o Nameplate chegou. É algo novo na minha vida, uma experiência que ainda estou conhecendo aos poucos. Quando surgiu a oportunidade, confesso que tive um pouco de medo. Aquele medo de fazer alguma coisa diferente e pensar: “será que eu vou conseguir?”. Mas, junto com ele, veio a curiosidade e uma vontade enorme de tentar. Acho que foi justamente essa mistura que me fez aceitar.

Ainda estou entendendo qual vai ser o meu lugar dentro do Nameplate e tudo o que essa experiência pode me proporcionar. E, sinceramente, gosto de não ter todas as respostas agora. Quero viver esse processo, conhecer pessoas, trocar ideias, participar das conversas, sair um pouco da minha zona de conforto e experimentar coisas que talvez eu nem imaginasse que conseguiria fazer. Acho que existe algo muito bonito em não saber exatamente onde uma experiência vai levar a gente.

Não quero pensar no Nameplate apenas como algo que vai fazer parte de uma fase da minha vida, mas como uma experiência capaz de deixar aprendizados e histórias pelo caminho. Quero aprender fazendo, ganhar mais confiança, ouvir pessoas diferentes e talvez perceber em mim capacidades que ainda não conheço. Afinal, algumas das coisas que mais transformam a gente acontecem quando decidimos tentar, mesmo sem ter certeza de como vai ser.

Este é o terceiro post de uma série que está só começando. Depois de contar um pouco sobre quem sou, as coisas que gosto, os sonhos que carrego e até os medos que fazem parte do caminho, e como estou vivendo essa nova fase dentro do Nameplate. Nas próximas semanas, outras pessoas da equipe também vão abrir um pouquinho do seu mundo e contar suas próprias histórias por aqui.

Quanto a mim, continuo por aqui, vivendo tudo isso aos poucos. Entre conversas, aprendizados e aquele friozinho na barriga, vou entendendo que talvez eu não precise saber exatamente onde tudo isso vai dar. Talvez seja justamente essa a graça: não ter todas as respostas, mas estar aberta ao que vier.

Por enquanto, quero aproveitar o que vier, guardar as experiências e deixar que cada momento encontre seu lugar na minha história. Porque algumas das melhores histórias começam sem que a gente saiba exatamente como vão terminar. E eu estou curiosa para ver o que vem pela frente.

The project

Real-time monitoring of energy curtailment.

Professor

Students